AVISO

O administrador deste blogue
não é responsável pelas opiniões
veiculadas por terceiros
nem a sua publicação quer dizer
que delas partilhe, apenas as
publica como reflexo da
sociedade em que se inserem
dando-lhes visibilidade
mas nunca fazendo delas opinião própria.
Ao desenvolturasedesacatos reserva-se ainda o direito
de eliminar qualquer comentário anónimo ou não identificado, que contenha ataques
deliberadamente pessoais, que em nada contribuampara o debate de ideias ou para a denúncia
de situações menos claras do ponto de vista ético.


quarta-feira, 28 de junho de 2017

O RIO CELESTE NA COSTA RICA UMA ILUSÃO ÓPTICA NATURAL

Até quatro anos atrás, o Rio Celeste, um rio de 14 quilômetros na província de Alajuela, era um completo mistério para os cientistas, que não conseguiam entender por que suas águas tinham uma cor turquesa incomum. As teorias sobre a cor turquesa do Rio Celeste estiveram circulando na comunidade científica há anos, mas ninguém jamais conseguiu fornecer provas suficientes para resolver este enigma natural. E então eles perceberam que não era turquesa.

O Rio Celeste da Costa Rica, uma ilusão óptica natural
Alguns alegaram que a coloração incomum era causada por altos níveis de cobre, mas os testes revelaram que não havia cobre na água, outros disseram que era devido a produtos químicos como carbonato de cálcio e enxofre, e alguns até o conectaram à proximidade do rio com o vulcão Tenório. Todos estavam tão convencidos de que uma misteriosa reação química estava transformando a turquesa da água que nunca pensaram na possibilidade de uma ilusão de óptica.
O Rio Celeste da Costa Rica, uma ilusão óptica natural
Então, em 2013, uma equipe de cientistas da Universidade da Costa Rica e da Universidade Nacional, pegou amostras de água tanto do Rio Celeste quanto de seus dois afluentes, Riacho Amargo e Buena Vista. A primeira coisa que chamou a atenção dos cientistas foi que, enquanto as águas do Rio Celeste eram uma turquesa vibrante, as amostras coletadas em seus tubos de ensaio eram completamente transparentes.
O Rio Celeste da Costa Rica, uma ilusão óptica natural
Para entender completamente o mistério do Rio Celeste, é importante saber que os dois rios que convergem para criar este fascinante corpo de água, são completamente transparentes, e a análise não revela reações químicas não usuais. O que é ainda mais interessante é que o Rio Celeste é apenas turquesa em um trecho de 14 km, após o qual suas águas se tornam transparentes.
O Rio Celeste da Costa Rica, uma ilusão óptica natural
Como os testes não revelaram produtos químicos incomuns na água, e tendo em mente que a água só apareceu turquesa no leito do rio, cientistas da Costa Rica começaram a considerar a possibilidade de uma ilusão de óptica. Eles notaram uma camada de uma substância esbranquiçada que cobria todas as rochas no fundo do Rio Celeste, e também verificaram seus dois afluentes. O Amargo tinha quantidades muito pequenas, quase insignificantes, mas era abundante na água de Buena Vista.
O Rio Celeste da Costa Rica, uma ilusão óptica natural
Analisando a substância com microscópio eletrônico em laboratórios, os cientistas determinaram que era um tipo de mineral composto de alumínio, silício e oxigênio, chamado aluminossilicato, que quando suspenso na água refletia a luz solar e enganava o olho humano para ver a água turquesa.

- "A luz solar contém todo o espectro de cores, semelhante à forma como os vemos todas em um arco-íris. Em qualquer outro rio, a luz solar penetra até uma certa profundidade e nenhuma cor particular é desviada ou refletida de volta à superfície, de modo que parece transparente, enquanto no Rio Celeste a água passa alguns raios do Sol, mas reflete o grupo de tons azulados. Então, a água parece azul para o olho humano"informou o jornal Costa Rica Star.
O Rio Celeste da Costa Rica, uma ilusão óptica natural
No entanto, havia apenas um quebra-cabeça para resolver. Se o Rio Buena Vista também tivesse uma abundância de aluminossilicato, como é que sua água parecia completamente transparente, enquanto o Rio Celeste parecia ser turquesa? Descobriram então uma questão de tamanho de partícula.
VÍDEO



Ao analisar amostras de ambos os corpos de água, os cientistas perceberam que as partículas de aluminossilicato do Buena Vista mediam 184 nanômetros, enquanto as do Rio Celeste eram muito maiores, 566 nm.
VÍDEO


- "Esse aumento de tamanho é o que causa a dispersão da luz solar, de modo que ocorre principalmente na região azul do espectro visível. Então, é por isso que temos essa cor azul clara espetacular do Rio Celeste", explicou Max Chavarria Vargas, líder da pesquisa científica sobre as águas turquesas do Rio Celeste. - "É uma dessas peculiaridades da natureza, onde um dos rios fornece material mineral de um tamanho e o outro rio fornece o ambiente ácido para que essas partículas cresçam."

Curiosamente, o fenômeno do Rio Celeste é único no mundo.

www.mdig.com.br

LEIAM COM ATENÇÃO E ESPERO QUE AOS MAL ESCLARECIDOS LHES SIRVA ! - A comunidade cigana – mitos e realidades


O primeiro estudo sobre as comunidades ciganas em Portugal aponta para a existência de 37 mil pessoas, sendo que 91,3% não tem o 3.º ciclo do Ensino Básico. Todavia, sendo este o primeiro estudo com uma natureza mais formal é de admitir que possam existir mais alguns milhares.
https://www.abrilabril.pt/sites/default/files/styles/jumbo1200x630/public/assets/img/ciganos_res.jpg?itok=XiPRKrt_
Créditos
Seja como for, o seu diminuto número face ao conjunto da população deixa cair alguns mitos que por aí circulam. Afirmar isto não significa que se ignorem problemas e dificuldades, desde logo quanto à sua forma de estar no espaço público.
A verdade é que se nada resolve procurar «tapar o sol com a peneira», é certo que também nada resolve, antes pelo contrário, não valorizar e destacar o que de positivo é possível assinalar e registar. Por exemplo, há indicadores que apontam para o facto de 95% das crianças ciganas cumprirem o Plano Nacional de Vacinação. E, a importância deste dado está muito para além dos estritos aspectos de saúde, o que já não seria pouco olhando casos e polémicas recentes.
A sua importância é revelar a existência de ligação com as instituições, elemento-base para a possibilidade de abrir outros caminhos que, neste como noutros casos, terão de ser construídos com os próprios.
Não sendo propósito desta abordagem entrar pelo detalhe, anotava três aspectos:
O primeiro, o tão falado Rendimento Social de Inserção (RSI). Em 2015, o número de beneficiários do RSI era de cerca 296 mil pessoas, com um valor médio de 94,84 euros, sendo que cerca de 100 mil tinham 18 ou menos idade. Não havendo, e bem, registos segmentados, calcula-se que a comunidade cigana constitui somente 7% desse total de beneficiários.
Para mais de 50% dos abrangidos pelo estudo acima referido, o RSI foi o factor que fez regressar ou manter na escola as crianças, aspecto de grande importância para o processo de socialização. Haverá casos de fraude? Porventura haverá, mas a comunidade cigana não têm o exclusivo nesta matéria. O valor social do RSI, para além de outros aspectos, é de uma importância incalculável como contributo para uma política de inserção das crianças na escola.
O segundo, a questão do casamento e da habitação. A endogamia1 marca a relação entre os ciganos e isso favorece os casamentos precoces.
Do estudo referido, dois terços dos ciganos casaram antes dos 19 anos e 16%, fizeram-no entre os 12 e os 14 anos. A tradição conduz, em muitos casos, a que a rapariga vá viver para casa do rapaz (nunca o inverso), acabando por se constituírem famílias alargadas. Este é um elemento que importa ter presente na resposta às questões de habitação.
Mas o referido estudo anota que os interpelados, quando questionados sobre quem não queriam ter como vizinho, responderam: «outros ciganos». Isto conduz à desmistificação da ideia de que «são todos ciganos, dão-se todos bem, ficam todos juntos», seguindo um falso critério de homogeneização, como se fosse um conjunto indistinto. Tais critérios só podem conduzir à criação de bairros estigmatizados e, por outro lado, à potenciação dos factores que dificultam o estabelecimento de outras regras de relação social.
Por fim, os aspectos ligados com o espaço público, um dos principais, se não mesmo o principal problema potenciador de mal-estar e conflitualidades. Em locais de concentração de comunidades ciganas é comum a existência de muito lixo no espaço público envolvente.
Todavia, dentro de casa reina a limpeza, mesmo para os que vivem em barracas. Estamos em presença daquilo que a professora Teresa Costa Pinto sintetiza como «gosto pela casa, desgosto pelo bairro». Conforme referido atrás, a concentração das comunidades não ajuda à resolução do problema, ao contrário, aumenta-o exponencialmente.
O problema da deposição de lixo requer especial atenção, tendo presente que uma das principais actividades são as feiras, logo há mais cartão, embalagens, etc. Aliás, o mesmo acontece em bairros com concentração de comunidades africanas, nalguns casos com pequenas hortas, com plantação de milho e a sua desfolhagem, com tradições festivas próprias, etc.
Pretender tratar igual o que o não é, só pode ter um resultado. Ao contrário, terá de ser a partir da realidade concreta e do positivo que essas comunidades contêm, e é muito, que as soluções para um desenvolvimento harmonioso devem ser construídas. Os exemplos da Quinta do Mocho (Loures) ou do Bairro da Bela Vista (Setúbal) estão aí para o ilustrar.
O autor é Engenheiro e Auditor de Defesa Nacional

1 Enlace matrimonial entre pessoas que pertencem ao mesmo grupo familiar, social, étnico.

www.abrilabril.pt

ASSASSINOS DA HISTÓRIA

Um congolês olha a mão e o pé cortados de sua filha de cinco anos que supostamente foi canibalizada pelos membros da milícia da Companhia Abir Congo de Borracha, em 1904. O nome do homem é Nsala Wala. Conta a história que ele não alcançou sua cota de colheita de látex do dia, de modo que os capatazes designados pela companhia cortaram os pés e as mãos de sua filha Boali. Mas isso não foi tudo, eles mataram sua esposa também. E se isso já não fosse cruel o suficiente, eles canibalizaram Boali e sua mãe.

Pai olha para os membros da filha de 5 anos, cortados como punição por não ter alcançado a cota de borracha diária
Há outras exposições históricas sobre a foto -uma diz que havia mais um filho-, mas quase todas convergem no castigo pela falta de produtividade de Nsala. Provavelmente a versão relatada aqui seja a correta, pois foi contada no livro "Não me chame de dama: A jornada de Alice Seeley Harris", uma biografia da missionária, fotógrafa e ativista britânica Alice Harris, autora da foto.

Toda essa imundície ocorreu no período do Congo Belga, no reinado de Leopoldo II, um maldito desgraçado que vivia milhares de quilômetros dali, decretou que essa terra era sua e que essas pessoas deveriam servir a sua própria ganância. O rei Leopoldo II usava uma força mercenária privada, a Force Publique, para fazer seu terrorismo, assassinar e cortar membros. Oficiais brancos comandavam soldados locais, muitos dos quais eram canibais de tribos no alto do Congo.

Leopoldo II foi um dos maiores assassinos da história. Com seu império colonial no Congo matou quase 10 milhões de pessoas e incapacitou outros tantos cortando seus membros e órgãos genitais. A parte irônica desta história é que Leopoldo II cometeu essas atrocidades sem nem sequer pisar no Congo. Sob a administração de Leopoldo II, o Estado Livre do Congo tornou-se um dos maiores escândalos internacionais do início do século XX.



www.mdig.com.br

CDU apresentou candidatos autárquicos em Santa Bárbara de Nexe e Montenegro

A CDU apresentou os seus candidatos autárquicos às freguesias do Montenegro e Santa Bárbara de Nexe, nos passados dias 22 e 25 de Junho, respetivamente.
Quanto ao Montenegro esta apresentação decorreu no Largo do Povo, com os nomes dos candidatos a serem anunciados um a um, permitindo assim que as dezenas de participantes que assistiam à apresentação ficassem a conhecer os homens e mulheres que vão concorrer nas listas da CDU à freguesia do Montenegro.
A iniciativa contou com a presença de todos os primeiros candidatos a outros órgãos autárquicos do concelho de Faro, assim como o mandatário concelhio Joaquim Barbio.
No evento intervieram Catarina Marques, candidata à Assembleia de Freguesia do Montenegro, e António Mendonça, candidato à Câmara Municipal.
Catarina Marques destacou o «caráter distintivo do projeto CDU para a defesa dos interesses e melhoria das condições de vida da população do Montenegro, apostando numa relação de proximidade com a população, procurando ouvir e estar presente para a resolução dos muitos e graves problemas com que o Montenegro se confronta após sucessivos mandatos do PSD», segundo a CDU.
Alguns exemplos são, segundo este partido político, os «problemas de ausência de planeamento urbanístico, com destaque aos problemas de estacionamento e segurança rodoviária, o ataque às populações da Praia de Faro, assim como a sua acessibilidade, e restrições à sua utilização balnear, o desaproveitamento da potencialidade da presença de infraestruturas de grande relevância para o concelho, e mesmo a região, como são o pólo da Universidade do Algarve ou o Aeroporto».
Nesta iniciativa também foi destacado o «caráter distintivo da intervenção CDU realizada neste atual mandato na Assembleia de Freguesia do Montenegro, como na denúncia dos problemas levantados pela privatização da ANA Aeroportos, pelo então governo do PSD/CDS, na defesa intransigente dos direitos das populações das ilhas barreira, ao direito de se viver, trabalhar e produzir na Ria Formosa, contra o encerramento da dependência da Caixa Geral de Depósitos nas Gambelas, na defesa da escola pública ou contra as portagens na Via do Infante».
Na senda disto, António Mendonça interveio «valorizando o muito trabalho que os eleitos CDU têm feito em todos os órgãos autárquicos do concelho de Faro, sempre articulado, e em coerência com posições regionais e nacionais e a intervenção na Assembleia da República».
O candidato a presidente da Câmara de Faro apelou também a «que o Montenegro continue a apostar na CDU como fator de crescimento e desenvolvimento, e que pode contar com a equipa de candidatos agora apresentados».
No que diz respeito a Santa Bárbara de Nexe, a apresentação decorreu num «animado almoço convívio» que juntou mais de 100 participantes, na Bordeira. Esta iniciativa contou com a presença de todos os primeiros candidatos da CDU aos órgãos autárquicos de Faro, assim como o mandatário concelhio Joaquim Barbio.
Sérgio Martins, candidato à Junta de Freguesia, e atual presidente, usou da palavra para destacar os principais pontos do projeto CDU para Santa Bárbara de Nexe.
«A CDU apresenta a recandidatura com base na obra que realizámos nos últimos anos: pavimentámos caminhos, fizemos calçadas e várias obras de melhoramento por toda a freguesia. Desenvolvemos a cultura, demos continuidade aos projectos do Museu do Canteiro e da Terra do Acordeão com homenagens aos acordeonistas e aumentámos os subsídios para as charolas e para as associações», disse no seu discurso.
A juntar a isto «apoiámos e desenvolvemos iniciativas para os idosos, conseguimos mais um médico de família ao serviço na nossa Freguesia e conseguimos reabrir o Centro de Saúde de Bordeira».
Agora… «queremos avançar unindo, queremos trabalhar em união e respeitando diferenças. A CDU acredita no potencial da freguesia de Santa Bárbara de Nexe», acrescentou.
Para o futuro um dos objetivos principais é «dar continuidade à melhoria de estradas e caminhos» assim como «continuar a pressionar a Câmara para se melhorar as estradas e caminhos. As freguesias rurais de Faro – Santa Bárbara de Nexe, Conceição e Estoi – pagam anualmente cerca de 10 milhões de euros de IMI. A Câmara Municipal de Faro recebe tantos milhões e é inaceitável que as estradas e caminhos rurais continuem uma miséria«, considerou.
Outro dos propósitos é «termos na área da cultura um Museu do Canteiro e do Acordeão, em Bordeira, aumentar o apoio às associações e criar um movimento cultural na nossa freguesia diversificado e marcante a nível concelhio e regional. Uma aposta assim na cultura trará um novo tipo de turista, mais residentes e turistas para a nossa freguesia», disse.
Além disto também é objetivo termos «na área do desporto um campo de futebol na freguesia devidamente equipado».
Nesta iniciativa também intervieram Botelho Agulhas, candidato à Assembleia Municipal de Faro, e António Mendonça, candidato à Câmara Municipal.
O atual vereador da autarquia farense enumerou as propostas base do projecto CDU para Faro: a necessidade de maior investimento público municipal, a valorização do trabalho e dos trabalhadores da autarquia e das freguesias, a defesa da restauração das freguesias extintas – Conceição, Estoi, Sé e São Pedro, a requalificação do espaço público urbano, ou a definição de melhores políticas habitacionais.
Por todos os presentes «foi valorizado o caráter distintivo dos eleitos CDU nos diversos órgãos autárquicos de Faro, com relevância para a Junta de Freguesia de Santa Bárbara de Nexe onde a CDU tem a maioria há mais de 20 anos».


www.sulinformacao.pt

A CANGA

NADA COMO ESTAR BEM com deus e o diabo ! ou seja, admitir, fechar os olhos a todas as injustiças e claro perdoá-las na boa linguagem bíblica.Nesta sociedade hipócrita os pobres desculpam os algozes mas digladiam-se entre eles. Os defeitos, as falhas só pesam, e só são motivos de discórdia, má língua e censura, entre a raia miúda. Hoje criticar a corja já causa muitos estragos na relação entre os pobretanas que querem a todo o custo viver uma vida que não têm, e muitos deles não mexem uma palha para que a possam ter. A subordinação, o calar, o branquear da gatunice tem nas próprias vítimas uma aceitação anormal.É assustador o que parecemos ser e não somos,

Alemanha emite notas de zero euros


Desde segunda-feira que estão a circular na Alemanha notas de zero euros. As notas não tem qualquer valor e é impossível fazer qualquer transacção comercial com elas. 
Com um custo de 2,50 euros, a moeda está pensada para coleccionadores e turistas que passeiem no estado de Schleswig-Holstein, no norte do país. De um lado da nota está o Gorch Fock II, em Kiel, capital do estado e do outro está uma montagem de alguns dos principais monumentos europeus: a Sagrada Família, o Coliseu de Roma, a Torre Eiffel, as Portas de Brandenburgo.
Para ser uma nota real, mas sem valor, a Alemanha aprovou o projeto lei Der Null-Euro-Schein richte (Projeto do Euro zero), aprovado pelo Banco Central Europeu (BCE).
A nota é semelhante às verdadeiras e tem os mesmo elementos de segurança que uma de qualquer valor: selo holográfico, relevos, tópicos de segurança, marcas de água… Ainda assim, o valor é apenas simbólico.
Primeira série esgotada
Foram apenas impressas 5000 destas notas de zero euros, e com o entusiasmo gerado entre os aficionados da numismática, esgotaram em menos de 24 horas. Segundo a página de Facebook do turismo de Kiel, uma nova edição estará disponível daqui a cinco semanas e já é possível reservar.
“Durante muito tempo a nota de zero euros foi considerada um mito. Por isso, este exemplar raro, verdadeiramente genuíno, tem tanta procura entre os coloecionadores”, explica o portal do turismo da cidade de Kiel, onde começaram as petições para a compra desta nota.  
sol.sapo.pt
 

TEM O IDEALISMO RAÍZES MATERIALISTAS?

TEM O IDEALISMO RAÍZES MATERIALISTAS?
(pela IMPORTÂNCIA do texto do Miguel Tiago, volto a trazê-lo ao conhecimento de todos)
Confesso que tenho muita dificuldade em discernir qualquer linha de pensamento dos arrazoados simplistas com que José Rodrigues dos Santos insiste em fundamentar uma atoarda que lhe terá saído mal. Das duas uma, ou JRS é ignorante ao ponto de insistir porque julga que tem razão, ou JRS está profundamente comprometido com a linhagem teórica do revisionismo histórico em curso que tenta a todo custo aproximar o marxismo do fascismo. Ou ambas, que é uma coisa que JRS ainda não alcançou: a dialéctica.
Tendo em conta o caudal de argumentos desconexos, que traz consigo, como uma torrente, a lama de uma arrogância típica dos ignorantes, é muito difícil estruturar uma resposta que possa abarcar todos os aspectos daquilo a que JRS – não sei se como jornalista que cultiva a imparcialidade, se como escritor de ficção, se como investigador e historiador – se tenta referir sem apresentar uma única fonte que sustente as suas “provas”. Não deixa de ser curioso que um jornalista e escritor aponte como fonte para uma tese tão estapafúrdia como “o fascismo tem origem no marxismo” as suas próprias reflexões num livro de ficção. Sobre isso, para quem faz jornalismo e investigação, julgo que é tão básico como perceber que não se pode usar como fonte o veículo, por ser uma informação cuja confirmação se torna circular. Faz-me lembrar Paulo de Morais quando, durante os trabalhos da comissão de inquérito do BES, afirmava que a Comissão de Inquérito não sabia quem eram os beneficiários dos créditos do BES Angola porque não queria, sendo que ele já sabia. Instado pela Comissão a fazer chegar os documentos e provas que pudessem comprová-lo, Paulo de Morais envia os seus próprios artigos de opinião publicados na imprensa portuguesa. Ora, interagir com alguém que não compreende o ridículo dessa operação, torna-se demasiado penoso.
Mas, no caso, o marxismo merece o exercício de paciência e o esforço para que não restem dúvidas sobre a falsidade da tese de JRS.
Vejamos o que diz JRS, portanto:
Que alguns políticos se terão sentido incomodados com a sua afirmação de que “o fascismo tem origem no marxismo” e que recorreram, sem argumentos, ao insulto baixo. Sobre isto, não sei a que políticos se refere e, à parte as reflexões sobre o termo “político” usado por JRS, eu sinto inserir-me nos “políticos” que se sentiram incomodados, porque me provoca incómodo, não que alguém possa dizer tamanhos disparates, mas que esse alguém seja um jornalista com carteira e um escritor muito lido, cuja credibilidade foi construída como um produto e é, por isso, uma ilusão de massas. Mas não deixa de ser uma “fonte credível” para um vasto conjunto de pessoas, pelo menos para todas quantas reputam como boa a literatura produzida pelo autor com uma chancela – por mais falsa que seja – de idoneidade e seriedade, até sob uma capa de uma certa cientificidade. Tendo em conta que não vi mais “políticos” a reagir ao jornalista, suponho que pelo menos eu seja visado neste seu desabafo, para o que, importa dizer, dispõe de espaço num jornal nacional. Em primeiro lugar, eu dei-me ao trabalho de traduzir “A Doutrina do Fascismo” de Mussolini, para poder usar como fonte e base para o que dizia. E sim, é verdade que deduzi que JRS fosse um ignorante e escrevi-o. Daí a dizer que não utilizei argumentos quando publiquei as próprias frases de Mussolini que compõem um capítulo da obra “A Doutrina do Fascismo” que se chama “A rejeição do marxismo”, julgo que tem de fazer um caminho só mais curto do que aquele que JRS tem de percorrer até poder discutir marxismo e fascismo, não como escritor de ficção, mas como político, filósofo ou mesmo historiador. Sim, porque JRS faz chacota e amesquinha a ciência política, arvorando-se em investigador, em pensador político e filósofo.
Que o marxismo se via como uma ciência “tão científico, na sua opinião, como a física de Newton”. JRS não compreende que o materialismo se opõe ao idealismo. Aqui começa o deslize de compreensão de JRS que acaba por se transformar na grandiosa conclusão própria de que “muito pouca gente sabe, mas é verdade”, “o facto de que o fascismo é um movimento que tem origem marxista”. Na verdade, Marx e Engels usavam a abordagem científica, materialista da História da Humanidade. O que JRS desconhece – mas bastava ter lido uma brochurazita sobre marxismo – é que o marxismo usa o método científico para estudar a realidade, mas em caso algum espera da realidade um comportamento linear. Aliás, o marxismo, com a utilização do método científico na construção dos seus fundamentos compreende muito bem quais são as forças que devem actuar para motivar as transformações sociais. O que JRS afirma “A ideia era simples: ao feudalismo sucede-se o capitalismo, cujas contradições levarão inevitavelmente os proletários à Revolução que conduzirá ao Comunismo. Nesta visão a história é teleológica e determinista. Não é preciso ninguém fazer nada, pois a Revolução do proletariado é inevitável.” manifesta uma tremenda falta de compreensão sobre o marxismo para quem acha que pode sequer debatê-lo. Pelo contrário, quem resume o marxismo desta forma, não apenas demonstra ignorância, mas também que não cumpre os mínimos para um debate sério sobre o tema em que, por mais cacetada que leve, insiste.
Em nenhum momento, em forma alguma, Marx ou Engels terão dito ou escrito qualquer coisa semelhante à que JRS usa para definir o marxismo. Isso, por si só, é revelador.
JRS tenta dar alguma cientificidade aos seus delírios, chamando ao debate um monte de gente que ninguém conhece e assim tentando construir uma legitimidade e credibilidade pelo impacto. “Epá, o tipo deve saber muito disto.” Vamos lá então: em primeiro lugar, JRS confunde movimento com ideologia, acção política com doutrina. E fá-lo desajeitadamente e provavelmente sem se aperceber do erro que comete. É que, se por um lado é verdade e correcto dizer-se que o movimento fascista tem origem na instrumentalização dos movimentos operários, já é absurdo dizer que o fascismo tem origem marxista. E porquê? É verdade que perante a ascensão do proletariado enquanto classe revolucionária, as burguesias dominantes tentam condicionar o crescimento da luta e dar-lhe um carácter conservador e reaccionário. É, portanto, verdade, que o movimento operário e reivindicativo esteve na origem do crescimento do fascismo, porque o fascismo cresce precisamente pela manipulação desse movimento. Quanto mais divisões, mais alheamento, mais religiosidade, o fascismo pôde introduzir no movimento operário, mais o conseguiu tornar reaccionário. Ora, começa a perceber-se um primeiro patamar do problema de JRS: começa por confundir movimento operário com marxismo. Adiante, no seu artigo, vai mesmo confundir o conceito de Socialismo dos anos 20 com marxismo.
Depois da gloriosa tirada que resume “Das Kapital” em três frases, JRS tenta dizer-nos que há duas grandes correntes no pensamento marxista que importam para a ligação entre o fascismo e o marxismo: a visão de Sorel e a visão de Bauer. Aproveita para dizer que o bolchevismo nasce com a perspectiva soreliana, assim desvalorizando Lenine. JRS diz que é Sorel que traça o destino do Partido bolchevique ao definir, no seu livro “Reflexões sobre a Violência” a vanguarda e a violência como fórmulas revolucionárias. Infelizmente para JRS, já Marx, uns bons 60 anos antes falava da eventual necessidade de violência e Lenine, 6 anos antes de Sorel escrever o livro que JRS diz ter sido a base da acção bolchevique, escreve o conhecido “Que Fazer?”, obra na qual Lenine define com relativa precisão a necessidade de organizar política e socialmente o proletariado. Curiosamente, o anarquista Sorel é citado como fonte inspiradora, não por Lenine, mas por Mussolini. Começa bem, JRS.
Adiante, JRS diz: “Recorde-se que Marx e Engels consideravam que o capitalismo era uma fase necessária e imprescindível da história humana e que sem capitalismo nunca haveria Comunismo. Os bolcheviques renegaram esta parte do marxismo quando preconizaram que na Rússia era possível passar directamente de uma sociedade feudal para o Comunismo, mas neste ponto os fascistas mantiveram-se marxistas ortodoxos ao aceitar que o capitalismo teria mesmo de ser temporariamente cultivado em Itália.” E consegue introduzir dois enganos. O primeiro é o de que os bolcheviques renegaram esta parte do marxismo. Com isto, JRS demonstra ignorar o escopo da NEP (nova política económica) e a persistência de várias práticas inerentes ao capitalismo na economia russa e soviética, assim decidida precisamente por terem os bolcheviques compreendido que é sob o capitalismo que o desenvolvimento dos meios de produção se processa mais rápida e solidamente. O segundo é o de dizer que defender o capitalismo é ser “marxista ortodoxo”. Pelo simples facto de que a consideração marxista sobre o papel do capitalismo era uma constatação de factos e não uma defesa do capitalismo. O marxismo não defende que o capitalismo deve preceder o Socialismo por motivos morais, o marxismo identifica esse nexo como factual no fluxo da história. Mas numa perspectiva “marxista ortodoxa”, o que seria de esperar seria a defesa do capitalismo como fase transitória para o Socialismo. Ora, é precisamente isso que o fascismo nega. O fascismo não afirma como objectivo, em fase alguma da sua história, a abolição da propriedade privada dos meios de produção. Pelo contrário, o fascismo advoga a iniciativa privada e abomina o colectivismo. Ao longo de todos os discursos de Mussolini está presente essa visão, bem como na obra fundadora do fascismo enquanto doutrina, “A Doutrina do Fascismo”.
Sobre o nome do NSDAP, Partido Nacional-Socialista da Alemanha que JRS usa como prova máxima da sua tese abjecta, importa dizer duas coisas: em primeiro lugar, o Socialismo não é o marxismo, o conceito de Socialismo e a sua utilização naquela altura estava longe de ser meramente marxista. O Socialismo é um modelo de organização da economia que não é fundado por Marx, nem por Engels. Aliás, Marx e Engels começam os estudos do capitalismo precisamente para compreender como se pode construir o Socialismo, já conceptualizado muitos anos antes pelos socialistas utópicos. Em segundo lugar, a utilização do termo “socialista” no nome do NSDAP é o aproveitamento oportunista do momento histórico, económico e social que a Alemanha vivia naquela altura. É preciso relembrar JRS de que as eleições quase tinham sido vencidas pelo Partido Comunista Alemão e que o contexto era de ascensão do proletariado e que, por isso mesmo, Hitler não teria as mesmas hipóteses caso não tivesse optado por parasitar esse sentimento?
Infelizmente para os povos de todo o mundo, nem Hitler nem Mussolini tinham qualquer simpatia pelo Socialismo sequer, muito menos pelo marxismo. Mas JRS comete um erro fundamental que, no seu desenvolvimento, o faz confundir “movimento” com “doutrina”; “socialismo” com “marxismo”; “Ciência” com “método científico”; “dialéctica” com “determinismo”. É que JRS está no campo filosófico do idealismo: dos que preferem ter como facto tudo o que não é possível negar, a crença, a ideia. E os marxistas estão do lado oposto: no campo filosófico do materialismo: dos que preferem ter como facto aquilo que podem confirmar.
Curiosamente, JRS está no mesmo campo filosófico que Mussolini, o do idealismo.
O que é grave, não é que JRS tenha ideias próprias. Ainda bem que as tem. O que é grave é que amesquinhe quem dedica a vida aos estudos sérios, com cientificidade, com método. O que é grave é que não se aperceba do respeito que deve a quem o lê e o que é grave é que não perceba que a ligação entre marxismo e fascismo que ele estabelece não é matéria de facto, é matéria de opinião. E o que é grave é que uma pessoa que entra em nossa casa como imparcial jornalista seja, na verdade, um cruzado político que, como bom cruzado, porta o estandarte da religião. No caso, a anti-comunista.

FORÇA PASSOS

Austeridade do governo PSD-CDS ligada a 465 suicídios de idosos em Portugal em dois anos... desde 2011 Portugal foi o país Europeu mais afectado em termos de suicídios ligados ao desemprego devido às politicas ideológicas de austeridade PSD-CDS... https://ionline.sapo.pt/415550

SAIA UM PSICÓLOGO PARA O PASSOS




(Por Joaquim Vassalo Abreu, 26/06/2017)

Passos_no_Coelho
E com urgência! É que eu temo pelo seu futuro. Não político, porque desse estou-me completamente nas tintas, mas psicológico! Temo pelo Passos, mas temo mesmo. E isto é sério: ou o Estado lhe fornece já um psicólogo ou não há mesmo “Estado” que lhe valha.
Porque, na verdade, havendo para o Passos três tipos de “Estados”, por falta de apoio psicológico, ele já não se consegue reconhecer em nenhum. Senão vejamos: Primeiramente o Estado, o Estado propriamente dito, o tal Estado a que ele pertence, nem que seja como Conselheiro ou suposto líder da oposição, mas ao qual não pertence, nem se lembra de ter pertencido; depois há o chamado “Estado das coisas”, das quais demonstra não fazer a mínima ideia e, por fim, o seu “Estado”. E aqui é que está o verdadeiro “busílis” da questão!
Tornando-se um “aproveitador” de um boato que um Provedor lhe soltou ao ouvido, não requerendo a ajuda imediata de um psicólogo, ele disse saber de fonte segura que havia pessoas a suicidarem-se (depois na forma de tentativa apenas) porque o “Estado” não lhes garantia o apoio psicológico necessário. E que o “Estado” tinha falhado.
E não olhou para si mesmo, como que dizendo: Eu, Psicólogo? Eu não preciso, eu sempre levanto a cabeça e sempre sigo em frente…
Porque, no fundo, no emaranhado de laços que deverão ir lá pela sua cabeça, ele lá pensará e bem: Mas para que diabo serve um psicólogo, se ele só me manda erguer a cabeça e seguir em frente? Isso já eu faço, pensará ele…
Mas lá está, ele é como aqueles animais de raça asinina, que também erguem a cabeça, seguem em frente e coiso mas, com uma pequena diferença: enquanto estes, mesmo que com palas, em enfrentando uma parede arretam, o Passos não: o Passos vai contra ela!
Porquê? Porque em vez de se tornar num “aproveitador” de um Provedor e sem conselheiros argutos ao dispor, que lhe dissessem que, em vez de ir em frente, podia virar à esquerda ou mesmo à direita à mão, ele deveria ter consigo, e sempre, isso sim, um Psicólogo!
Que até, em última análise, dada a precariedade da sua cabeça, por tantos nós entrelaçada, lhe poderia aconselhar uma baixa à Caixa de modo a evitar assim a tal tentada tentativa de esmurraço na parede.
Mas o seu “Estado” falhou, o Psicólogo não lhe enviou e contra a parede o estrepou!
Maldito este “Estado”, diz ele, mas englobando os três: o de todos, o das coisas e o dele! E o Estado desse Costa que tudo açambarcou e só o Provedor boateiro lhe deixou!
De modos que eu só tenho um conselho, um último conselho a dar-lhe: vá uns tempos para umas Caldas!
E “ele” há por aí muitas Caldas: As da Saúde, as do Gerês, as de Vizela, as das Taipas, isto só para falar aqui para norte porque, lá mais para o centro, tem umas famosas: as Caldas da Rainha!
Arranje, portanto, e de uma vez por todas, umas Caldas à medida, mas acompanhado de um psicólogo à séria,
A sério Dr. Passos, é importante que vá uns tempos para uma Caldas, mas…nunca se esqueça do respectivo acompanhamento psicológico!
Mas tudo isto à séria!


estatuadesal.com